gosto tanto de ti
gosto tanto de ti
que custa-me manter o equilibrio da vida
quando não estás presente
amo-te
gosto tanto de ti
que custa-me manter o equilibrio da vida
quando não estás presente
amo-te
Passam quinze minutos das dez da manhã, olho para o lado e não vejo ninguém. Toco-te mas tu não me sentes. Olho-te, digo-te bom dia, se dormiste bem, se queres o pequeno almoço, mas o silêncio apodera-se da resposta e eu fico sem saber o que fazer, como se estivesse à beira da loucura, e faltasse só um bocadinho tão pequeno que nem cabe nas palavras, para que tudo se transforme e fique tudo como devia ser, do outro lado disto que chamamos vida.
Eu tento ser racional, pensar que as coisas são como são, porque tudo depende do que fazemos, tudo depende das nossas acções, mas isto é nos bons momentos, porque quase nunca consigo ser racional e deixo-me sempre levar pelo coração, pela emoção, pela estupidez dos sentimentos, sim, porque sofre-se e sente-se ao mesmo tempo, dois sentimentos que se complementam, por muito que custe, por muito que me arrependa do que tenha feito há tantos dias que já não me lembro quantos foram, foram muitos porque os sinto na pele, quando respiro, quando choro. quando me levanto de manhã e tenho que carregar com o peso da tristeza e dos sentimentos que podiam ter sido e que não são .
touch my heart,
please?
please?
please?
Não suporto esta saudade louca da tua boca doce! O último beijo passou-me um suave veneno que está a consumir-me e a deixar-me doida de desejo de te tocar e de te amar! De cerrar-te violentamente no meu calor, sentir o bater descompassado do teu coração. Ver-te exaltado, tomado de desejo e tomar-me de uma forma única, agressiva de tão suave e dolorosa de tanto prazer que proporciona.
És tão lindo, tão doce, mas bruto nesse olhar atraente e poderosos em cada palavra! Palavras que atordoam! Tens esse sorriso malandro… que m puxa intensamente.